A Christmas surprise - personal post

Este Natal decidi surpreender a minha mãe. Iamos passar o Natal pela Bélgica, mais uma vez, mas decidimos ir desta vez a Portugal. Foi uma decisão super repentina e também super acertada. Ia contar à minha mãe a novidade quando se fez o click na minha cabeça "E se fizesse uma surpresa?". E a ida permaneceu um segredo. E ainda bem. Foram 20 horas a conduzir a seguir a um dia de trabalho. Há quem diga que somos malucos, eu acho que um bocadinho de maluquice faz bem à saúde. E o melhor? O melhor foi ver a reacção da minha mãe. Foi ouvir o "ai eu não acredito" ou o "vocês não me fizeram isto". Foi ver as mãos a cobrirem-lhe a cara como se ela quisesse certificar-se que não estava a sonhar. Foi vê-la correr na nossa direcção. Foi vê-la tão feliz quanto eu estava. Foram poucos dias e por isso decidi que desta vez a minha presença era maioritariamente para ela. Não fui numa de ver amigos e conhecidos, fui numa de aproveitar cada minutinho ao lado da minha familia, com quem já não estava há muito tempo. E soube tão mas tão bem.
Para aqueles com quem não falei ou estive, espero que percebam que por vezes o que mais precisamos é estar junto da nossa família e que isso não significa esquecer-me de vocês. Para aqueles que ainda assim não percebem, eu compreendo, talvez um dia quando estiverem longe percebam o porquê de por vezes mais nada interessar.
Deixo-vos com as poucas fotografias que tirei, nada de especial. E lembrem-se, familia só há uma e há que preservar bem os nossos ente-queridos. :)

This Christmas I decided to surprise my mom. We were supposed to be here for christmas, again, but then we decided to go to Portugal. Was a last minute decision and it was the right one. I was going to tell my mom the news but then I just thought "what if I do a surprise?". And our holidays in Portugal stayed secret. And I'm glad I did it. It was 20 hours driving after a working day. There are people who call us crazies, I thing a bit of craziness is good to the heart. And the best? The best was to see my mom's reaction. The best was to listen to "oh, I can't believe!" or "you didn't do this to me". The best was to see her hands covering her face like if she was trying to make sure it wasn't a dream. The best was to see her running in our direction, as happy as I was. It was just a few days so I decided that this time my time was going to be all spent with my family whom I missed so much. And it was so good.
Here you have some pictures I took, nothing special. And remember, you only have one family, enjoy it well. :)

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Inês Lourenço

Ainda no verão, na última vez que estive em Portugal, fotografei a Inês. Ela foi a primeira pessoa que fotografei quando comecei a gostar de fotografia. Na altura achávamos que as fotografias estavam "muita fixes", mas olhando para trás...que horror! Mas bom, toda a gente tem que começar em algum lado, ninguém começa a saber fotografar super bem. E ela teve toda a paciência do mundo, durante muito tempo, de servir como cobaia para várias experiências. 
Desta vez era suposto apenas fazer-lhe umas fotografias, nada de mais. E é sempre bom voltar às origens. Um dia deveria fazer um post com as fotografias que já lhe tirei, aí perceberiam o meu "que horror". No fim terminámos com umas fotografias de casal. :)
Já sabem, no verão estou cá prontinha para registar o vosso amor!

In the summer, when I was in Portugal, I took some pictures of Inês. She was the first person I photographed when I started to like photography. Back then we thought that the pictures were "pretty cool" but now, looking back, they were awful! Well, everyone has to start somewhere and no one starts taking amazing pictures. And she was really patience and served as a perfect experience subject. 
This last time we just wanted to take some simple and natural pictures. It is always good to go back to the origins. One day I should do a post with all the pictures since the beginning  and then you would understand why I say it was awful! In the end of the photo session we took some couple pictures. :)

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Lì, our new love - part I

O Lì já está connosco desde o fim de Agosto. Foi uma decisão muito rápida, mas da qual já falávamos há tanto tempo. Já tinhamos tentado adoptar um cão por cá, mas as exigências eram tantas, o controlo excessivo e, sinceramente, não nos queríamos apegar a um cão para ao fim de um tempo nos dizerem "não, vamos dá-lo a outra pessoa". Sou completamente a favor do controlo no que toca a adopção de animais, mas a verdade é que não podemos ser excessivamente controladores. E um dia o Lì surgiu. Vimo-lo para adopção e pensámos que aquele era o momento. E não podiamos estar mais felizes.
O Lì é um cão doce, super desajeitado, adora brincar, fica louco quando vê outros cães e é um beijoqueiro daqueles. É aquele cão que não percebe que não é pequeno, encaixa-se em qualquer buraquinho, prefer dormir junto a nós ou junto à Bolacha e se a Bolacha se deitar noutra cama ele vai-se levantar para se deitar ao pé dela. Dá beijinhos a todos os cães mas morde a Bolacha. Adora mordê-la, adora guerrear com ela, adora atacá-la de surpresa. Antes de cada ataque ele foca-se nela e ela fica a olhar de lado para ele, ele dá dois saltinhos com as quatro patas ao mesmo tempo até chegar a ela e depois dá-lhe uma dentadinha de amor e assim começam os dois a guerrear, acabando sempre com a Bolacha a lavar-lhe as ramelas dos olhos. O Lì é aquele cão teimoso, que mesmo que lhe diga 10 vezes "não" ele vai sempre tentar e quando perceber que "não" significa "não", ele vai fazer-me aqueles olhinhos de cachorrinho que não parte um prato (mesmo que os parta todos). O Lì é aquele cão que se passa da cabeça quando vê umas ervas altas e corre como se aquilo fosse a melhor coisa de sempre, é aquele cão que faz conchinha, aquele cão que me trepa só para dormir no meu peito como quando era bebé, mesmo se tem 20kg e já me ocupa quase toda. É aquele cão maluco na rua e que toda a gente pensa que deve ser um terror em casa e, na verdade, é a coisinha mais calma quando estamos em casa. É aquele cão que odeia acordar cedo para ir à rua e se está frio ele puxa para voltar para trás. É aquele cão que quando não quer andar senta-se e fica a olhar para nós do género "não achas que já está na hora de voltar para o quentinho?". É aquele cão que nunca imaginámos que seria e é tudo o que nós nunca pensámos poder ter, ele é a coisinha mais amorosa e a melhor companhia da Bolacha. Entre aqueles dois é amor, muito amor, como se estivessem juntos há anos. É bonito de se ver e aquece-me o coração tal como eles me aquecem o corpo nas noites frias de inverno.

Lì is with us since the end of August. It was a quick decision, but we had already talked about it a lot of times before. We tried to adopt a dog here, but it was really difficult, the control was excessive and, honestly, we didn't want to get used to a dog and in the end receive a "no, we will give the dog to another person". I'm completely in favor of having rules to adopt an animal, but the truth is that we can't control excessively. And one day Lì appeared. We saw that he was for adoption and we decided to take the next step. We couldn't be happier.
Lì is a sweet dog, clumsy, he loves to play, he gets crazy when he sees another dog and he is a kisser. He doesn't understand that he is not small, he (tries to) fits in any hole, he prefers to sleep next to us or Bolacha and if Bolacha goes to another bed he will also lay down there. He kisses all the dogs but he bites Bolacha. He loves to bite her, he loves to fight with her, he loves to attack her by surprise. Before any attack, he stares at her and she stares at him, he jumps with his 4 legs at the same time, and then he gives her a small bite and then they start to fight and they always end up with Bolacha cleaning his eyes. Lì is a stubborn dog and even if I say 10 times "no" he will always try one more time and when he understands that "no" really means "no" we will look at me with those puppy eyes (and he melts my heart). He gets crazy when he sees tall herbs and runs like if it was the most wonderful thing to play with, he sleeps in spoon position with me, he tries to get over me to sleep on my chest like he did when he was smaller, but now he has 20kg and he still does it. He is that crazy dog when we are outside and everyone thinks that he probably destroys our house but he is actually an angel when he is indoors. He hates to wake up early to go out and if it is cold outside he will pull to go back home. He is that kind of dog that when he doesn't want to walk he sits and he look at me like "don't you think we should go back to the warm blankets?". He is the dog we never dreamed of and he is everything we never thought we would have, he is the most lovely dog and he is the best company to Bolacha. Between them you can see love, a lot of love, like if they know each other for long. And it is beautiful to see, it warms my heart like they warm my feet in the cold winter.

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